O Cavaleiro do Sonho

O cavaleiro do Sonho, Ana Maria Machado e Candido Portinari
Sinopse: Tem gente que olha para o mundo e acha que tudo está em perfeita ordem. Outros se assustam com as injustiças. Outros ainda decidem, com coragem, lutar contra o que consideram errado. Cheios de sonhos, por acreditar num mundo melhor, não temem ser ridicularizados e chamados de loucos. Saem corajosamente lutando contra moinhos de vento, desafiando ovelhas e vacas como se fossem exércitos armados. Assim era Dom Quixote, leitor de muitos livros. Inspirado nos heróis de cavalaria, transformou-se em cavaleiro andante que com Sancho Pança, seu fiel escudeiro, colocou em prática seu maior sonho: consertar o mundo, nem que perdesse a própria vida. Esta bela história é ilustrada por Candido Portinari, o artista que também sonhava com um mundo melhor. Dom Quixote protegia os fracos e combatia os poderosos com sua velha lança. Portinari denunciava as injustiça com as tintas, que tão mal faziam a sua saúde. E Ana Maria Machado, em tão boas companhias, reescreve a história de Dom Quixote de la Mancha para que você, jovem leitor, lute sempre por um mundo melhor e mais justo, sem medo de parecer tolo aos olhos dos outros.
Ana Maria Machado * Mercuryo Jovem
2005 * 56 páginas

Essa é uma adaptação de Ana Maria Machado, o livro original do Dom Quixote é bem grande e foi escrito por Miguel de Cervantes, concluído em 1615. Miguel faleceu em Madri no dia 23 de abril de 1616.

Dom Quixote de La Mancha, tinha muitos livros e imaginação, um dia decidiu virar cavaleiro com seu fiel escudeiro Sancho Pança. A partir daí ele passa a ver o mundo de uma forma diferente, como se ele fosse realmente um cavaleiro, transformando coisas simples em coisas fantásticas.
"Era sempre assim, em toda parte, o cavaleiro olhava para as coisas e pessoas comuns, e via malvados que precisava combater para ajudar os fracos."
Dom Quixote acreditava que feiticeiros queriam impedi-lo de ajudar o mundo.

Um dia perdeu uma luta, teve que voltar para casa, e ficar lá durante um ano, nesse tempo Dom Quixote volta ao normal, revê sua vida e chega a conclusão que havia endoidado.

O livro é cheio de ilustrações à lápis de cor de Candido Portinari (e também  tem uma gravura do livro original), achei lindo, dá para conhecer melhor o personagem.

Mas por que as pinturas foram feitas à lápis de cor?

Portinari usava tintas tóxicas que faziam mal à sua saúde, por isso, ele começou a fazer pinturas à lápis de cor, que não é tóxico. Posteriormente, a ONU (Organização das Nações Unidas) convidou Portinari a pintar dois painéis, um representando a "Guerra" e outro a "Paz". Os painéis eram muito grandes para serem feitos à lápis de cor, Portinari aceitou faze-los com tintas, mas morreu um tempo depois intoxicado.


Mas os grandes artistas nunca morrem, as suas obras sempre trarão uma lembrança deles.


Beijos...Samantha Culceag

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